2018 First Course Announcements:

Permaganic Autheticated Course: February 10-18th, Treasure Lake, Kentucky, USA:

We are excited to introduce to you our 9 day Certifier Training for Permaganic Authenticated. This course is for people who have attained their Permaculture Design Certificate, which is the foundation of Permaganic Authenticated. Whether you are a practicing farmer or just looking to expand your economic opportunities within the field of Permaculture, this is a great opportunity to help further the field while earning a living and increasing the livelihood for Permaculture/Regenerative/Mutualistic based farmers.

Winter Weekend PDC: Four Weekends February and March, Tristate Area of Cincinnati, Ohio, USA

The course will be a weekend PDC spread out over four weekends   This format allows for extra time for students to digest the material during the week off making it a great format for a holistic learning experience.  Students will also receive hands-on experience and also ample work time on the final design project and presentation. The course will be a certified through TreeYo Permaculture as we are guided by Bill Mollison’s curriculum that comprises the 14 chapters of his book “Permaculture: A Designer’s Manual”.

UMA PERSPECTIVA HOLÍSTICA SOBRE A ORIGEM DOS FOGOS FLORESTAIS E ​ ​ COMO SEGUIR EM DIANTE

Written By Doug Crouch, Temporary Resident of Portugal, Translated by Cristina Moreira

Enquanto a atribuição de culpas por este incêndio tão trágico vai rodopiando intensamente, desejo antes de mais expressar as minhas condolências àqueles que tanto perderam. Vidas, animais, bens, tradições, memórias e muito mais. Para o ecossistema é também uma tragédia. A longa história sobre como chegámos a este ponto é longa e tortuosa e o seu desenrolar por esta perigosa via é o que tento expôr de seguida.

Em primeiro lugar afirmo que todos somos culpados.

Enquanto é fácil apontar o dedo à industria do Eucalipto e assinar petições, temos de olhar para nós próprios em primeiro lugar. Uma indústria como esta, juntamente com a do Pinheiro, não poderia ganhar tão forte peso junto dos que governam se não houvesse tamanha procura.

Tal como a industria do milho domina a política agrícola e o uso da terra nos Estados Unidos – sem a enorme procura de carne barata e bebidas açucaradas, tal não aconteceria.

Perderam-se vidas por causa da procura mal gerida que têm o papel e o papel higiénico e sobretudo pela ideia do quanto mais barato melhor!
Tal como Bob Marley disse:” não julgues se não estiveres preparado para ser julgado”. Agora temos de admitir a dura realidade de que nós criamos a procura, a indústria cria a oferta, a legislação política abre-se às práticas extractivas incestuosas e o ecossistema e os seus habitantes sofrem.

Vivemos na era do consumidor e não não do produtor. Então quando se dirigir ao seu supermercado e comprar aquele papel higiénico super barato, adivinhe, está a comprar a monocultura de Eucalipto em Portugal.

A LONGA HISTÓRIA DA MUDANÇA

Na verdade começou bem lá atrás com o Império Romano. Os Romanos viajavam para a Península Ibérica para caçar, a área era tão rica em vida selvagem nos seus bosques incrivelmente abundantes que eles percorriam longas rotas para encontrar tal recompensa. Como sabemos, a caça em excesso pode iniciar uma via perigosa gerando alterações no ecossistema, também os predadores naturais da caça que se buscava começaram a diminuir devido a esta pratica.

A partir daqui iniciou-se uma longa tradição de extracção nas florestas da Península Ibérica, muitas vezes motivada pelas guerras, e começou também o processo de desertificação, há muitos e muitos anos atrás.

FLORESTA NATURAL Vs MONOCULTURA

madrhono

A floresta natural de carvalho em Portugal é uma criação fantástica funcionando por camadas e criando nichos para muitas criaturas diferentes, sendo inerente a um bosque de alimentos.
A floresta natural tem a altura dos carvalhos combinada com castanheiros nos micro-climas apropriados para a estabilidade da vida selvagem. Vários arbustos de fruta silvestre como o Espinheiro e o Medronheiro oferecem os seus frutos. Vinhas aqui e ali, vegetação ripícola estabilizando os rios, as bolotas alimentando os javalis, os veados alimentando-se da diversidade de arbustos e árvores nativas. Seria quase como uma selva, mesmo com os períodos longos de tempo seco. O ecossistema recebia um fogo de vez em quando pois todos os climas secos têm este equilíbrio. Mas a intensidade do fogo seria fraca. A supressão da floresta nativa e a alteração do ecossistema provocou o proliferar de chamas intensas que vimos mais uma vez este ano acontecer no Centro de Portugal.

 

In background, Eucalyptus and all the sort of the shrubbery that grows along or under Eucalyptus, fuel for fire

A grande indicação que os fogos seriam naturais é nos dada pela magnífica árvore do Sobreiro. Enquanto a maior parte das pessoas à volta do mundo apenas conhece a cortiça quando abre uma garrafa de vinho ou outro produto industrial, a maior parte nunca caminhou por entre uma floresta de sobreiros. A casca grossa e esponjosa que é extraída para rolhas e diversos produtos é na verdade uma reposta da evolução ao facto do fogo fazer parte do ecossistema. Este factor permite regular a paisagem mas não destrui-la. Abranda o fogo e mantém-no num nível mais perto do solo em vez de funcionar como uma árvore combustível por onde o fogo trepa.

Árvores combustíveis por onde o fogo trepa até às copas como o Eucalipto ou o Pinheiro também seriam muito mais espaçadas no seu habitat natural. Enquanto ambas estão também adaptadas para experienciar fogo nos seus ecossistemas nativos, que os humanos até aperfeiçoaram através de fogos controlados para criar espaço de savana para caça, plantá-las com esta densidade é ridículo, especialmente sem a integração de animais.

Se por um lado esta pratica dá origem a uma economia de escala, que é a pedra basilar do capitalismo moderno, estamos na verdade a lidar com uma visão não holística do ecossistema.
Logo, quando o fogo alcança as copas altas destas árvores em monocultura trepando pelo seu material altamente combustível, a intensidade e a expansão dos incêndios é tão rápida, a monstruosidade que se cria é tão incrivelmente perigosa que poderia pertencer a um filme de terror de Hollywood. Mas na verdade tem sido uma realidade para os Portugueses há já vários anos.

A DITADURA

Nos nossos tempos modernos a ditadura em Portugal teve um impacto muito forte no uso da terra. Muitas árvores foram cortadas especialmente no Alentejo interior para a produção de trigo. Uma das maiores repercussões sociais da ditadura foram as ondas massivas de emigração para fora do país nos anos que se seguiram ao seu colapso.

Enquanto até houve algo de positivo derivado destes tempos ( como Portugal ter ficado de fora da 2a Guerra Mundial e não termos sofrido a terrível destruição que sucedeu noutros países europeus que foram arrasados pela guerra ) por outro lado Portugal foi deixado numa difícil situação pois não se encontrava alinhado com os poderes ocidentais e o seu sistema de capitalismo.

Portugal manteve a sua ruralidade e isso fez com que muitos emigrassem para países considerados mais modernizados como a França, Luxemburgo, Suíça, EUA, Canada, etc…

 

POLITICA AGRICOLA COMUM DA UE

Talvez uma das maiores causas desta tragédia seja esta política.
Se é um residente da UE e não a conhece então será melhor estar informado.
Foi devido a esta política que o território em Portugal mudou realmente e o motivo pelo qual muitos secretamente se opõem à UE.
Trata-se de um sistema de distribuição de cotas que retirou a Portugal a sua identidade cultural enquanto produtor de vinho e azeite transformando-o num país florestal.
As histórias abundam por todo país mas ouve-se muito na zona Centro de Portugal onde as pessoas foram pagas para retirarem as culturas de Oliveiras e Vinhas. Os seus tradicionais modos de vida foram extintos e as pessoas mais uma vez deixaram os campos criando ainda mais abandono.
O abandono é perigoso para os terrenos cujos ciclos naturais foram perturbados durante tanto tempo pois vão acumulando reservas de material carbónico não reciclado com o passar dos anos.
A presença de pessoas e a vida selvagem juntamente com os microorganismos do solo teriam gerido ativamente as reservas de carbono e transformando-as em solos ricos criando assim uma paisagem mais resiliente.
Com a retirada das pessoas, vida selvagem e microorganismos, derivando numa multitude em espiral de reações em cadeia de causa e efeito, o ecossistema entra em declínio ainda mais acentuadamente e torna-se vulnerável a que seja afinal o fogo a reciclar o material carbónico acumulado.

Então basicamente, o que a UE faz é oferecer subsídios selectivos para culturas específicas, as pessoas acolhem-nos e uma indústria específica é desenvolvida.
A partir do momento em que esta política da UE foi instituída e intensificada ao longo dos anos, adoptou-se como solução para mercados inexistentes para as culturas tradicionais ou para se ser um proprietário ausente: Simplesmente plantar uma arvores florestais assinando um contrato incentivado pelos subsídios da UE, esperar até as culturas florestais estarem prontas uns anos mais tarde e receber altos ganhos por não trabalhar e apenas vender o ecossistema.

A indústria foi crescendo em força e controlo sendo que as pessoas não conseguiam vender as terras em Portugal pois quem quereria vir para este país esquecido, economicamente deprimido e em esforço para acompanhar o passo dos países mais desenvolvidos?
Agora já não é assim. Muitos estrangeiros começaram a vir para o interior de Portugal buscando um estilo de vida auto-suficiente, longe das suas localidades

no norte da Europa. E mais recentemente há um número nas gerações jovens de Portugueses que começam a deixar as cidades e a mudar-se para o campo.

Mas o dano foi causado antes da sua chegada. Enormes extensões de terrenos exibem esta monocultura produzindo resultados desastrosos. Sabemos isto. Sabemos a quantidade de químicos usados nas monoculturas de milho no centro oeste dos Estados Unidos ou nos campos de trigo em Espanha.

E sabemos que em Portugal morrem pessoas todos os anos, na sua maior parte bombeiros que ganham menos de 2 euros por hora para combaterem os incêndios.

Nem todas as pessoas no mundo têm acesso a papel higiénico. Na India, por exemplo, as pessoas usam água para se limparem quando vão à casa de banho. A nossa cultura instantânea não é uma Permacultura ( cultura permanente ) e há muito que trocámos a visão a longo prazo pela conveniência do lucro rápido.
É um enorme paradoxo aquele em que vivemos em que ao usarmos o papel higiénico barato para nos limparmos na casa de banho estamos a contribuir para a extinção da vida selvagem através do fomento desta monocultura e que neste caso originou uma severa e dramática perda de vidas.

Chopped brown material of bracken fern and blackberry, mechanically cut which are two incredible ladder fuels when they dry out, Tabua, Central Portugal

 

Nota da tradutora:

*Outro efeito devastador dos incêndios são as enxurradas quando chega a época das chuvas. Nos terrenos queimados e devastados pelo fogo, a água das chuvas cai e não chega a penetrar nos solos. Acumula e desliza com força pelas ladeiras levando tudo à frente e causando inundações, mais destruição e danos

A salvaguarda e reflorestação de árvores autóctones contribui para a retenção de água nos solos restabelecendo o Ciclo Hidrológico, reequilibrando o ecossistema, tornando os solos férteis e aumentando as fontes de água limpa. Na verdade são estas as maiores riquezas que um país pode ter no seu território a médio e longo prazo. E sim, evitam os incêndios… Ou seja, restabelece-se o Ciclo Natural do ecossistema.*

SOLUÇÕES

Primeiro que tudo precisamos mudar o modo de pensar para um modelo holístico. Se não cortarmos com a via do modelo de Dualismo Cartesiano, estaremos a abrir o caminho que leva à extinção da nossa espécie.
Sim, por favor, assinem as petições para deixarem os políticos conhecer o número de pessoas em Portugal que deseja ver a paisagem diversificada do seu Património Natural ser reposta.

Façam pressão sobre os políticos mas também tomem a iniciativa da acção. Necessitamos de um pacote massivo de ajuda que dirija os fundos para o corte das árvores que restam deste incêndio gigantesco e dispô-las no contorno das curvas de nível dos terrenos para que quando as chuvas vierem não levem consigo as cinzas. Com fogos de temperaturas tão elevadas e o alto teor de sílica nesta região Centro de Portugal, os solos tornar-se-ão como vidro deixando essencialmente o efeito de degradação na paisagem por muitos anos. A única

forma de evitar isto é colocar diques de retenção usando os troncos da árvores para abrandar a erosão, prender cinzas e sedimentos e permitir a infiltração de água nos solos. Essencialmente, trata-se de construir terraços com a madeira destas árvores que já se encontram no local.

 

Garanta que os seus terrenos permitem a infiltração de água no solo, que o seu portfólio de biodiversidade está a ser diversificado, que os seus terrenos são limpos com ajuda mecânica e meios biológicos. Escrevi há alguns anos sobre como os animais, neste caso vacas, estavam integrados na limpeza das florestas num caso que conheci em Portugal.

Convide os pastores a trazerem os animais para as suas terras ou torne-se também um pastor. Vamos reavivar esta tradição. Precisamos dos arbustos fixadores de nitrogénio e que os arbustos que crescem debaixo dos eucaliptos sejam reciclados, garantido que os ramos e cascas dos eucaliptos permaneçam no chão para que possam servir de alimento a fungos e que os estrume dos animais repovoe os ecossistemas degradados.

Necessitamos desesperadamente que gado e rebanhos tragam o seu impacto animal especialmente desde que a vida animal que o fazia antes há muito se extinguiu.
Em oito anos em Portugal apenas vi dois veados. Use empresas ecológicas como a EcoInterventions para limpar os terrenos ou os serviços dos bombeiros mas assuma fortemente esta responsabilidade.

Invista em produtos ecológicos e serviços como os desta empresa. Se for um Designer de Permacultura em Portugal, todo o design necessita ter uma secção relativa a incêndios.
Plante espécies que sejam retardadoras de fogo e garanta que os limites da sua propriedade estejam limpos e plantados com plantas suculentas.

Faça circular a água e o carbono. Se é um proprietário ausente, faça um acordo de arrendamento de baixos custos com jovens permacultores / caseiros para trabalharem a sua terra ou até mesmo invista na propriedade para que eles possam fazer melhoramentos.

Compre produtos locais e Portugueses e se tem um negócio de Turismo por favor garanta que compra produtos biológicos e locais para apoiar este re- desenvolvimento do território. Há tanto dinheiro a vir do Turismo neste momento e a quantidade de comida sem qualidade dos supermercados que já me foi servida quando viajo, mesmo em hotéis mais caros, pousadas e turismos rurais é surpreendente.

Use menos papel higiénico, sempre que puder use a água para se limpar. Use lenços de tecido para se assoar e guardanapos de tecido.
Fomente o espírito de comunidade e as “Ajudadas” ( grupos organizados de entre-ajuda entre vizinhos ) para limparem as terras.

Pressione os municípios a investirem na estabilização da Bacia Hidrográfica nos diferentes locais e criem Conselhos de Protecção da Água para que estes movimentos ganhem força.

Plante espécies nativas e incorpore não nativas em Bosques de Alimentos. Pressione os municípios de forma a garantir que espécies retardadoras de incêndio sejam plantadas ao longo de caminhos de saída.

Quase todas as imagens que vimos dos locais onde pessoas morreram ao tentar fugir das chamas mostram eucaliptos e pinheiros plantados até à beira da estrada. Esta falta de visão no planeamento é a causa e uma enorme tragédia e drama é o efeito.

A lista continua mas é sem duvida em todos nós que reside a responsabilidade de garantir que tragédias como esta não voltam a acontecer e que vidas não sejam perdidas em vão.

* Doug Crouch é licenciado em Aquacultura e Gestão de Vida Selvagem e Designer e Professor de Permacultura com uma vasta experiência internacional. Com origem dos Estados Unidos, é residente temporário em Portugal. treeyopermaculture.com

New Zealand Mirror Plant, Coprosma repens, fire suppressing plant from New Zealand. from http://www.aphotoflora.com/af_coprosma_repens_tree_bedstraw.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Small breed nimble cattle on Biodynamic farm near Amarante, North Central Portugal, cleaning up below Eucalyptus plantations

Referred to Excerpt on using Animals in the Landscape

Cows can also be used to accelerate the succession of the soil and turn a problem into a solution as I once witnessed at a rangeland in the North of Portugal.  It was a steep terrain, classically planted out with Eucalyptus monoculture, which of course makes for a fire prone hillside, which is an extremely dangerous system to create.  However, one farmer there began to raise smaller and more agile beef on these hillsides that browsed more like goats than say Angus beef.  They were tractored in a sense with electric fence being moved daily or every other day in and amongst the Eucalyptus groves.  Part of Eucalyptus’s fire strategy is to constantly shed its bark through its fast growth and drop branches.  This adds quite considerably to the fuel load below and what most grows in the understory is a mix of nitrogen-fixing bushes.  These are often quite nutritious for animals and the cows primary intake was this fire prone vegetation as well.  With the cows ranging in a small pasture, they were able to knock down the branches and bark of the Eucalyptus and chip them up and other organic material with their weight and hooves which drastically cuts the fire risk.  The material has a chance to break down biologically instead of oxidatively.  The cow manures the hillsides reinserting biology back into the system that was lost during spray, spray, spray implementation which also speeds the breakdown of this newly chipped organic material.  Then they are quickly moved on so the ground is not over compacted, the bushes are not overgrazed but the animal impact occurs.  He was so successful with his rotation that neighbors allowed him to graze his cattle on their land and was able to increase his herd size and thus profit.  He was hoping to phase out his day job in town because of this which would of course result in an even stronger system due to even more refined management.

 

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Patterns Summary: New EDU Article Release

The culmination of a chapter in the EDU project. The pivotal chapter of patterns concludes with this article. Partly philosophical, partly spiritual, partly practical cloaked in the above two. Enjoy. https://treeyopermacultureedu.wordpress.com/chapter-4-pattern-understanding/pattern-summary/

Silt Traps: New TreeYo EDU Article

Looking for solutions around water quality? Silt traps might help. This new TreeYo EDU article is in the earthworks chapter explains a simple yet effective technique for increasing water quality by trapping sands and silts before they enter other earthworks or man made structures such as tanks.

https://treeyopermacultureedu.wordpress.com/chapter-9-earth-working-and-earth-resources/silt-trap/

PDC blog from Sekier, Slovakia 2017

I made it back from Europe and another life changing course taught there. This blog details the journey, amazing how much these constellations of people can move you. https://treeyopermaculture.com/treeyo/previous-treeyo-courses/aug-sept-2017-2-week-pdc-sekier-slovakia/

 

Hurricanes and Ecology- A Path to a new Paradigm?

Hurricanes and such storms are forms of disturbance in ecological terms.  Disturbance sets succession back and creates new forms of habitat.  They change coastlines, they knock down forests, the trees turn to soil when natural systems are at play.  New coastlines become inhabited by varying creatures and plants as systems of ecology are not static, rather they are very dynamic.  The edge of the coastlines and forest are altered, becoming more productive in the long term. Our psyche, our consciousness, gets stirred up by such events as we move from a state of apathy to empathy because of the people affected and the animals and other life forms.  We don’t see these events as productive but in some ways they are.  Why don’t we?  Because we have a rational, Cartesian framework for how we see the planet.  We can only see negative because our minds evaluate in terms of good and bad in a linear model rather than a holistic worldview.  And why are they so damaging, why are they so costly and catastrophic, and so negative in our mindset; simply put, bad design.

Our love for coastal living and in flat low lying areas has long plagued humanity.  It’s not like the people of Florida and Texas and Bangladesh (another current catastrophe is occurring in Asia as well) haven’t been suffering from such events for thousands of years.  It has been happening and will continue to happen.  Our insistence on using the same anti pattern of development, the same rational model that Rene Descartes brought to us that we are above nature will continue to create this feedback loop.  Its called the half hydrological cycle and has grave consequences. And to further that we will mine, cut forests, suck fossil fuels, and a hierarchy of wealth

The forest at Treasure Lake, 2016

accumulation will happen from these storms to stubbornly rebuild thus further perpetuating degradation.  It’s simple logic, hell Einstein said it, the genius himself, Insanity is doing the same thing over and over again and expecting different results.  So we will rebuild, our presidents have long said this, as they should when we have this rational worldview.  Rather than humbling ourselves to the whispers of the intense winds or the surges of sea water over walls we built to keep it out, we wont listen to nature saying, grow, evolve, learn, cooperate with me rather than trying to oppress me with feudalism and slavery.  These chains, these systems of structuring humanity are reflections of how we approach nature.  Technology is not our lord and savior.  It will not be able to pull us out of every single one of these storms.  The psychological imprint left behind with these events is maybe the greatest damage, the trauma lasting long.

If we dont switch course now, we are doomed.  Our species has gone down a long straight road of specialization rather than a sinuous form, as nature does, of adaptation.  We have brought this onto ourselves by thinking stored sunlight, fossil fuels, was the key to our evolution.  Specialization equals extinction in biological anthropology and we must learn from these extinction patterns, these waves in nature to diversify our energy addiction.  So now the ocean waves maybe our own extinction.  The storms intensification will eventually bankrupt our financial systems.  Simply how do we keep paying for this cleanup?  Who are we in debt to?  Who sits on top of the pyramid? Why do we not have a circle with many interconnections in between forming a web of life?  Why do we not rebuild ecovillages designed for catastrophe and resilience? We are walking towards the edge of a cliff and our worldview, the paradigm of man being separate from nature is creating our extinction even at a time when our population is bubbling out of control.  The party must stop, we must stop the incessant consumption, the withdraw of natural capital out of bank accounts that were long bankrupt.  In the last great depression (and at the time of the Dust Bowl) Roosevelt saw the connections and said we must build natural capital and started the Civilian Conservation Core.  It built earthworks for water harvesting and soil protection, it planted forests where farms were erosive and damaging to water quality, and the program created jobs.  We must invest in nature.  All of us.  Together.  That way when a storm comes, we feel the suffering and we act with a positive response, not one that is stubborn and childish.  Who says, no, i want my house on the beach where storms can swallow it again.  A stubborn five year old as they should because their consciousness is still growing.  Will we use these times of disturbance to grow our consciousness or simply keep on the path of extinction? We will never plant enough trees or sequester enough carbon to slow climate craziness and the half hydrological cycle if we dont evolve our consciousness.

New Events Courses for Fall 2017 at Treasure Lake, Kentucky, USA

 

 Upcoming Events for 2017:

September 30th- Treasure Fest– one day celebrating the fall season with bluegrass, pickin music, and reggae along with local foods and an ecology walk. I will be giving my ecology walk as one of the things going on at this fall festival at @Treasure Lake in Petersburg, Kentucky. Great lineup of musicians and some amazing local foods cooked up by Ryan Doan. come and enjoy on September 30th, the bluegrass state will be having some bluegrass and reggae music jams.

October 14th- Forest and Farm Tour– one morning and afternoon tour with lunch. Myself and the farmers of Dark Wood Farm, who run the market garden operation at the lake will be heading this one up.

October 21st-23rd- Weekend Food Forest Course– weekend course focused on growing food in a layered approach.  Myself and another local/ international permaculture teacher will lead you through this weekend of fun with planting, learning and demonstration.

 

 

Weekend Food Forest Course: October 21-23rd, Treasure Lake, Petersburg, Kentucky, USA

Lots of exciting educational opportunities coming up this fall and here is another, a weekend food forest course. Really great compliment to your PDC but also if you have never taken a pdc and want more insight into permaculture and this dynamic growing style. Doug Crouch and Ande Schewe, local ecologist and permaculturists will be leading at Treasure Lake in Petersburg, Kentucky just 30 minutes from the city center off of 275.

https://treeyopermaculture.com/permaculture-design-courses-pdc/weekend-food-forest-course-treasure-lake-ky-usa-oct-2017/

food forest, the main concept of blending this with alley cropping for the design

Project Update: Evolving a Scene: Treasure Lake, Northern Kentucky, USA

Written by Doug Crouch

Having this gem of a property in the family for now 34 years is such a wonderful gift of karma that its hard to express the magnitude of my gratitude.  My grandparents stewarded the land and business for 30 years and so much honor goes to that part of my now ancestry.  After rebuilding the dam at a hefty price in 2001, besides the forestry work that I have been doing over this 16 years, not much change has occurred.  The main business that the property is based off of, pay fishing, is a fading industry.  The bar business we have has grinded to a halt and even the campers aren’t showing up this year.  But since my return from Europe and even before I arrived the place has had an evolution.

Market Garden

When I was back in Ohio/Kentucky last fall, I ran into my mates at Dark Wood Farm, Annie Woods and Chris Pyper, at the Northside Farmers Market in Cincinnati, Ohio.  They farmed about 15 minutes from the Lake and had been our suppliers of pizza toppings for the two Pollination Festivals we were able to pull off in 2014 and ’15 here at the lake.  They said they were looking for a new spot to farm and I quickly went into negotiations with them and my family to make their next spot the sandy flats behind the bar at the lake.  Thus over the winter as I was mainly in Spain planting trees, creating gardens, and teaching courses, we continued negotiations and farm design.  In February they began to move their operation over and started to break ground on the one acre market garden plot.

This year they have turned to a 44 member CSA with no farmers markets and selling to a cooperative that is the interface between local farmers and restaurants who want these high quality ingredients locally.  The trend continues to grow which is great

New compost pile in front, purchased compost in the background

because production on this sandy loam soil has been fantastic.  Annie and Chris are ripping it up, working very diligently to implement this first year garden and the results are amazing!  I have been contributing here and there but with other responsibilities and their more than enough capability, I am merely a moral support, a helping hand, and also working on the fertility of the farm for the future.  Mulching perennials and composting are my main tasks with that and we have great talks about what is to come at the lake and the farm together.  Kudos to them and the network of people that supports them including friends and family.

Community and Art

To breathe life into a place like we are takes courage, fortitude, and a network.  I continue to work with my family to clean the place up, a legacy of neglect after the tough process of the elder generation dying out.  We do our best to keep the place open, the bills paid, but with my life in Europe and their full time jobs, its hard to stay on top of everything.  This place was always built around community and again my friends continue to show up and deliver.  I have been spending time also in the city conjuring up energy around the place again and its proximity to the city of only 35 minutes allows my network in Cincinnati to pop over with ease.

As life evolves and new connections are born, energy also fluctuates at the place.  One of those occurrences was with an old acquaintance from Pollination Fest 2015, Emily Hunt, and we, along with Alex Rydberg, launched the idea of painting a mural on the wall of the back porch patio at the bar (my Mom’s original idea).  So with old high school mates, permaculture crew, and with Emily and one of her friends we smashed out a live art party that will forever be etched in my memory.  Still after weeks I sit back and smile as the back porch is both my office and bedroom since Annie and Chris are renting the cabin to run the farm operation.  The mural started at about 5 pm and the painting went in waves till about 1:30 in the morning.  At midnight, after hours of hosting, I got up on the wall and contributed physically to the work for the first time.  As I began I was infused with such an energy that the general in me, like during hands on

Positive Creation putting out jammin reggae music and good vibes

time in the PDC’s I teach, I was shouting in encouragement to my mates to get back up on the wall and crack on one last time for the final push. It was an epic finale to a fantastic night and since we have been cleaning it up and putting final touches on.  As per request of my father, the next week we did it again, different crew and this time in the bar to get some fish on the walls to honor the essence of the place. And to add this past weekend we built community with one long time customer, Emmanuel, to host a reggae night at the bar.  After all these years, like 30 years of fishing here, I never knew he was a musician till about a month ago and we got our first event worked out and implemented.  It was a great time and we look forward to having more performances by their band Positive Creation in the fall!

Yoga

Another community connection that continues is with one one of my dear friends here Alex Ryberg.  We met several years ago and out of our connection we launched

Alex Ryberg teaching at the Hive

the original idea of Pollination Fest along with a couple of others.  Alex is a dedicated yoga teacher and natural healer through many modalities.  I highly respect her work and with the idea of another Pollination Fest returning to the lake, we as a bigger collective decided we should morph into something else. Having worked at a yoga retreat in Spain for the vast majority of the last year and now having this practice much further integrated into my life, Alex and I decided to launch a weekend camping yoga retreat at the lake.  We are combining many of the pillars of Pollination Fest together with yoga, a Permaculture/ ecology tour of the forest, local foods including Dark Wood Farm right out the back door, local music, and the art to compliment.  Registration is good and we plan to continue this theme in the future as well.  Alex runs retreats globally but giving access to this kind of experience locally to the Cincinnati tri-state bioregion is an important mission for both of us.

Yoga Retreat July 28-30th: Click Here

Forestry

I continue my work in the forest as well, keep going back over old spots to manage regrowth of cut invasives and check in on my evolving understory.  Many paw paw patches are looking great and the fruit is there for sure this year with some spots producing for the first time. Paw Paw paradise is simply my vision with this 40 acres (16 HA) of forest. There is so much work to do to further this paw paw patch fruiting mission but I am also encouraged by another native understory, the extremely beautiful redbud trees emergence as well.  In many spots they were simply being taken over by the Eurasian bush honeysuckle but with quick and strong hacking back of this plant they emerge back into their native habitat role.  The flowers in spring really light up this place and from this work the place really lit up this year from what I hear.

Design

And as always, the evolution of the business plan/ permaculture design continues.  My network has helped tremendously with that, great friend Grant Gibson formely with Compost Cincy and Ryan Doan, founder of Urban Greens.  Both are coaching me on next steps and I am very grateful to have these two leading this advice generation along with the myriad of others.  It never stops the networking, Jordan and Jen from Fab Ferments, the GoSun crew, local entrepreneurs who are doing it; making dreams come true and supporting a revolutionary new local economy.  And the folks at Canopy Crew as we continue to hammer out design ideas around TreeHouse Development at the lake.  The possibilities are endless, but the livestock will be here before too long, more events are coming, more courses and educational opportunities, more local foods available, more community, more networking, and more of a home for me.  I think its time to pull out of Europe for now and manifest a new role in an old project. Exactly how and when, well that is the big question for now.

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TreeYo EDU New Article: Patterns Chapter

The patterns chapter is coming to a close in TreeYo EDU with just one more article after this one but this article starts to wrap it all up with a few more patterns we see in Nature. It does cover our own personal journeys in life as pattern application also involves the people care side of permaculture. Fun to write and thankful to have time to press publish!

https://treeyopermacultureedu.wordpress.com/chapter-4-pattern-understanding/cymatics-lobe-and-wave/

at Praia de Ursa where the wave nearly swallowed us!